Se você acha que futebol é só drible, caneta e gol de placa, tá enganado, meu parceiro!
Por trás de cada jogada braba tem um jogador com o condicionamento físico em dia, preparado pra correr, marcar, atacar e ainda manter a cabeça no lugar por 90 minutos ou mais. No futebol moderno, quem não aguenta o ritmo fica pra trás rapidinho!
Neste texto, o Toro Loko vai mostrar por que o preparo físico é tão importante, como ele evita lesões e quais tipos de treino deixam qualquer boleiro pronto pra arrebentar no gramado. Bora fortalecer?
Mano, no futebol ninguém ganha jogo só no talento, não! O condicionamento físico é o que garante que o jogador consiga correr os 90 minutos sem virar poste no meio de campo.
Ele ajuda a manter o ritmo, aguentar as divididas, fazer arranque, recompor na marcação e até pensar melhor com a cabeça fria. Jogador bem condicionado chega na bola antes, se machuca menos e consegue manter o mesmo nível do começo ao fim da partida.
Ou seja: preparo físico é tipo motor de carro… se estiver fraco, não tem como acelerar no jogo!
Pra ficar monstro fisicamente no futebol, não tem segredo: tem que treinar certo, mano!
Cada tipo de exercício fortalece uma parte do corpo e da performance dentro de campo. Olha os principais tipos de treino que ajudam a turbinar o condicionamento:
Parceiro, jogador sem condicionamento físico tá sempre na boca do estaleiro! Quando o corpo não tá preparado, os músculos cansam rápido, a movimentação fica desajustada e aí aparecem os estalos, puxões e torções.
Com um bom condicionamento físico, o atleta fortalece músculos, articulações e tendões, deixando o corpo mais resistente aos choques e movimentos bruscos do jogo. Além disso, quem tem preparo aguenta treinar mais, corre com mais técnica e cansa menos, o que diminui muito o risco de errar um movimento e acabar machucado.
Resumindo: corpo forte = mais futebol e menos DM!
No futebol, tanto a resistência aeróbica quanto a anaeróbica são importantes, mas elas servem pra coisas diferentes dentro do jogo.
A resistência aeróbica é aquela que te ajuda a correr por mais tempo, mantendo o ritmo sem cansar rápido. É o “motorzinho” que faz o jogador aguentar o jogo todo, indo e voltando sem virar zumbi em campo.
Já a resistência anaeróbica entra nos momentos de explosão: arrancadas, sprints, mudanças rápidas de direção, chute forte, disputa de bola… tudo que exige força e energia rápida em pouco tempo.
Ou seja: uma te mantém em campo, a outra te faz decidir a partida.